quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Nuvem Negra
Não adianta me ver sorrir
Espelho meu
Meu riso é seu
Hoje não ligo a TV
Nem mesmo pra ver o Jô
Não vou sair
Se ligarem não estou
À manhã que vem
Nem bom-dia eu vou dar
Se chegar alguém
A me pedir um favor
Eu não sei!
Está difícil ser eu
Sem reclamar de tu ...do
Passa nuvem negra
Larga o dia
E vê se leva o mal
Que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Para nos levantar
Me derrubou
nao sabe parar de crescer
e doer.
Djavan
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Em Sintra... melodicamente
Bem, infelizmente este vídeo não tem código embed, por isso coloco aqui o link e ouçam enquanto estão a ler o poema.
Não sei se é a melodia mais adequada, depois digam. O título da música não tem nada a ver com o poema, portanto não o leiam antes de ler o poema.
Por fim, aproveito para agradecer à Professora Nazaré não só a leitura do blog como também a sugestão, que adorei.
http://www.youtube.com/watch?v=FpR7uCncGT8
Exposição...
EM SINTRA
EM SINTRA

As águas maravilham-se entre os lábios
e a fala, rápidos
em Sintra espelhos surgem como pássaros,
a luz de que se erguem acontece às águas,
à flor da fala
divide os lábios e a ternura. Da linguagem
rebentam folhas duma cor incómoda, as de que
maravilhado de água surges entre
livros, algum crime, um
menino a dissolver-se ou dele os lábios e ergues
equívoca a luz depois. Rápidos
espelhos então cercam-te explodindo os pássaros.
Luís Miguel Nava
Películas (1979)
In Poesia Completa 1979-1994 Lisboa, Dom Quixote, 2002
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
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