Gostava aqui de partilhar um detalhe da vida de Luís Miguel Nava que acho fascinante e que compreendo perfeitamente, citando a wikipédia (eu sei que é uma citação pobre, mas...)
"Em 1975, conheceu Eugénio de Andrade e decidiu destruir tudo o que tinha escrito até então (...)". Admiro isto não só pela honestidade para consigo mesmo, mas também coragem e radicalismo saudável necessários para o fazer... .
Entretanto, deixo-vos um poema dele de que gosto particularmente...
O céu
Assoam-se-me à alma
quem como eu traz desfraldado o coração
sabe o que querem dizer estas palavras.
A pele serve de céu ao coração.
Luís Miguel Nava
